11/01/2015

O Que Eu Sentia Era Medo! Veja Porquê


Já, já, lhe explico porque o que eu sentia era medo, e de quê.

O globo terrestre tem sofrido aumentos de temperatura e isso tem suas consequências. Qualquer pessoa, com um mínimo de informação, sabe das consequências das alterações climáticas, o que em certa medida, é resultado de ações humanas.

Já faz algum tempo que chove muito pouco no Sudeste. Veja a situação de São Paulo. Bem, então, preocupações começaram a me assaltar. Cuidei de meu pai idoso e demente, e vi como era o gasto diário de água, não só para a sua higiene, como para lavação de roupas pessoais,  de  cama, para a limpeza dos locais onde ficava. No começo ele não se adaptava com fraldas geriátricas

Então me vinham pensamentos de como sofrem as pessoas que moram em regiões secas, que não tem água nem para o básico, imagina ainda tendo bebês e idosos, sem também  ter acesso nem a fraldas descartáveis! Aí eu pensava no sofrimentos das pessoas não higienizadas, nos odores, na atração de insetos ,,,

Bem, chegou um momento em que me alertei. Pra que ficar pensando nessas coisas? Elas estavam gerando um sofrimento que não resolveria o meu problema e nem o da humanidade!!! Descobri que estava com medo de passar por isso também, já que moro no sudeste e as previsões não são nada animadoras.

Mas, então, o que fazer? Tratei de acabar com minhas preocupações. Resolvi mudar o que estava pensando – entendo que para tudo há uma solução, sendo assim, não há o que temer, há que se tomar atitudes. Em vez de ficar pensando aquelas coisas, comecei a imaginar a humanidade resolvendo questões como essa.

Pessoalmente, sempre fui muito criteriosa com o uso de água e resolvi fazer  a minha parte, incentivando o mesmo por parte das pessoas. Por isso estou abordando esse assunto hoje. Nenhum problema como esse, se resolve sem a participação coletiva.

Fico observando como as pessoas desperdiçam água lavando louça, lavando carros, passeios, banhos demorados, vazamentos, etc. São milhares de litros desperdiçados. Segundo uma reportagem da Superinteressante, metade da água fornecida também é perdida em encanamentos velhos.

Faço a minha parte, deixando de desperdiçar e gastando com critério. Também sou incentivadora do Green Peace e da AAVAZ, assinando e divulgando todas as suas petições e fazendo uma doação mensal para me integrar no seu ativismo.

Ações coletivas bem conduzidas geram mudança de mentalidade e resultados  efetivos. Ninguém conseguirá impedir as explosões solares, mas, juntos, poderemos mudar os hábitos aqui na terra, como os mencionados acima, a preservação ambiental, etc.


Vamos exercitar nossa cidadania, pessoal! Medos e preocupações vão embora quando pensamos e fazemos a coisa certa! Antes, o que eu sentia era medo, hoje o que sinto é responsabilidade em cumprir a minha parte e incentivar os outros a fazerem o mesmo.

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